BIOGRAFIA

Livaldo Fregona é filho de Antônio Fregona e Maria Pupim. Nasceu num pedacinho de terra devoluta, no convívio pleno com a natureza, próximo a, hoje, cidade de Marilândia, no Norte do Espírito Santo, no dia 26 de novembro de 1939.
Completou o curso primário em Marilândia - ES; o Ginasial em Colatina - ES; o Clássico em Vitória - ES; Filosofia em Belo-Horizonte - MG.; Contabilidade e Laboratório, em Colatina - ES. Para se sustentar, trabalhou como protético na Odontótica Capixaba, do velho amigo Neil Pacheco, e deu aulas de Português e Biologia nos Colégios Nossa Senhora do Brasil e Estadual Conde de Linhares, ambos de Colatina.
Voltando a Marilândia exerceu diversas profissões: laboratorista (análises clínicas de laboratório); professor de Biologia, Português e Religião no Seminário Menor Sagrado Coração de Jesus; guitarrista do conjunto musical “Os Corujas” e contador de diversas firmas de Marilândia e adjacências.
Mudou-se para Linhares - ES. Fundou novo conjunto musical, formou seu próprio time de futebol, continuou com laboratório e contabilidade, acrescendo, ainda, o comércio de madeira. Em 1981 mudou-se para Imperatriz, trazendo consigo a maior parte dos familiares. Entre escrever crônicas e contos para “O Progresso” e, esporadicamente, para outros jornais e revistas, lançou, em 1983, seu primeiro livro: Contos, 164 páginas narrando acontecimentos engraçados de seus amigos e familiares; em 1984, A PROCURA, 175 páginas narrando o início de sua crise existencial; em 1985, MENINO DA ROÇA, 255 páginas retratando boa parte de sua vida; em 1986, ESTRANHA PASSAGEM, 169 páginas narrando a vida de um homem bom envolvido nos males do mundo; em 1987, JABINO, o predestinado, 210 páginas de ficção, entrelaçadas nos mistérios da predestinação; em 1988, ABISMOS, 289 páginas contando a vida real de um amigo; em 1990, O CAMINHO, 242 páginas de crônicas e contos diversos; 1992, OS HUMILDES, 172 páginas narrando a vida de homens pobres e humildes; em 1994, SIRIANO, 144 páginas sobre a vida real de um menino de rua da cidade de Imperatriz; em 1996, NUVENS PASSAGEIRAS, 252 páginas de crônicas e contos sobre os mais variados assuntos, quase sempre baseados em fatos reais; em 1998, 18 ANOS DE IMPERATRIZ – o que vi, li e ouvi. São 420 páginas nas quais o autor aborda seus percalços e o de seus familiares, os acontecimentos marcantes das pessoas mais em evidência na cidade, a tumultuada vida política desse período, o avanço cultural, a febre do ouro, a Revolução de Janeiro e os conluios e crimes acontecidos aqui durante esse tempo; em 1999, A FAMA E A VERDADE DE JOSÉ BONFIM, 200 páginas ilustradas com depoimentos do homem que sempre foi considerado o pistoleiro mais temido do País; em 2005, AO LADO DO TRAVESSEIRO, um livro que narra fatos incríveis produzidos pela fé e pela bondade de Deus e, finalmente, em 2008, O CAÇADOR, 221 páginas narrando alguns acontecimentos do tempo em que caçar era apenas um esporte.
Cooperou com três páginas discorrendo sobre a Mata Atlântica, no livro científico “A Preservação do Mutum-de-Alagoas”, do escritor, pesquisador e ornitólogo Pedro Mário Nardelli, da Zoobotânica Mário Nardelli, de Nilópolis - RJ, editado também em inglês.
É Membro Correspondente da Associação dos Escritores do Amazonas; da Academia de Letras e Ciências de São Lourenço; da Academia Itajubense de Letras; da Academia Internacional de Letras; da Academia de Letras da Fronteira Sudoeste do Rio Grande do Sul; da Academia de Letras de Uruguaiana; da Associação Uruguaiense de Escritores e Editores; da Federação das Entidades Culturais Fronteiristas; da Academia Espírito-Santense de Letras e do Clube Internacional da Boa Leitura. É membro fundador da Academia Imperatrizense de Letras, na qual ocupa a cadeira 13, tendo como patrono, o escritor carolinense Othon Maranhão.
No dia 26 de abril de 1997, recebeu o Prêmio Academia Imperatrizense de Letras, criado pela Prefeitura Municipal de Imperatriz, no valor de cinco mil reais, como sendo o mais atuante autor literário da Região Tocantina. Em junho de 1997, recebeu, da Revista Brasília, de Brasília, DF, a láurea cultural “Stella Brasiliense”, também pelo conjunto de suas obras. No dia 11 de outubro de 1997, a Academia de Letras e Ciências de São Lourenço premiou com o segundo lugar no concurso “Obras Publicadas em 1997”, seu livro “Nuvens Passageiras”. No dia 11 de dezembro de 1997, pelos serviços prestados à comunidade, foi-lhe outorgado, pela Câmara Municipal de Imperatriz, o título de “Cidadão Imperatrizense”. No dia 16 de julho de 2008, foi condecorado com a Comenda Frei Manoel Procópio, a maior honraria concedida pelo Município de Imperatriz - MA.
É católico, casado com Corina Silva Fregona com quem tem duas filhas: Kizy e Drielly. Atualmente se dedica, exclusivamente, à informática, a ler, escrever e a completar seus estudos e pesquisas sobre os Tinamídeos brasileiros.